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O Seu JUCA quer saber!

debateOpen bar no alojas é uma tradição que tem sumido dos inters nos últimos anos. A dificuldade que as ligas e COs enfrentam para liberação de cidades, bem como alojamentos e praças esportivas estão sempre na dificuldade de comunicação das entidades organizadoras com as autoridades dos municípios, o que parece um paradoxo para o JUCA, os Jogos Universitários de Comunicação e Artes.


COMUNICADO OFICIAL DA LAACA – SÃO PAULO, 13 DE JUNHO DE 2014

No final de 2013, a A.A.A. Raí Souza Vieira de Oliveira, representante da Comunicação Metodista, foi expulsa do JUCA 2014 por conta da comprovação de existência um atleta irregular, mais conhecido como atleta gato, que havia jogado o JUCA 2012, em Guaxupé.

Quando expulsa, a atlética em questão não pode se reafiliar ou voltar à Liga imediatamente no ano seguinte, ou seja, 2014, conforme Artigo 52 do Estatuto.

Artigo 52 – A LAACA poderá, a qualquer momento, ao constatar qualquer irregularidade em seu Estatuto e/ou Regulamento Esportivo, punir as AAAs envolvidas com advertências ou com exclusão das mesmas da LAACA. No caso de exclusão, a refiliação das AAAs em questão, no ano seguinte, é proibida.

Após o cumprimento da ausência em 2014, a A.A.A. Raí Souza Vieira de Oliveira através de inúmeras conversas e um acordo com a LAACA, volta para o JUCA 2015.

É com muito prazer que recebemos esta atlética de volta para o ano de 2015 e esperamos que a Metô, conhecida pela sua garra em quadra e por sua torcida diferenciada, volte para o JUCA trazendo o melhor de si e de sua atlética e entendendo que atletas irregulares prejudicam o campeonato em todos níveis e que toda e qualquer atlética que fizer o mesmo, será punida de acordo com o Regulamento e o Estatuto.

Confira clicando aqui, o comunicado publicado em 04/09/2013


As atividades esportivas na ECA existem desde 1971, quando a Atlética ainda funcionava como um segmento do Centro Acadêmico. Com o passar dos anos, o esporte foi ganhando mais força na faculdade e a necessidade de caminhar com forças próprias cresceu.
Em 1990, às margens do Auditório Lupe Cotrim, foi dado o brado de independência ecano, em uma assembléia que foi considerada a segunda maior da história da ECA. Desde então, a ECAtlética, mesmo lutando contra a falta de recursos, vem crescendo bastante e cada vez mais pode oferecer a seus alunos equipes mais estruturadas e baladas com mais qualidade.

No JUCA de 95, em Piraju, as outras faculdades participantes já tinham seus mascotes. O Mackenzie tinha o tubarão; a ESPM, o jacaré; e a Cásper, um inexplicável homem-pássaro. A ECA era exceção.
No último dia, entretanto, o pessoal acabado no alojamento, esperando o ônibus para voltar para São Paulo, recebeu a visita de um sujeito que ninguém nunca tinha visto antes. Ele sentou, pediu um violão emprestado e cantou um famoso salmo que tinha como refrão “o leão de Judá, o leão de Judá… prevaleceu!!” De repente, quase como um milagre, a ressaca passou e a balada voltou! Desde então, o Leão tornou-se o mascote ecano.

Roxo e amarelo é uma combinação nada comum, não é? Conta a história que o primeiro presidente da a atlética, quando foi comprar os uniformes para as equipes, optou pelo grená e azul – cores do Barcelona! Infelizmente (ou não), a loja só tinha uniformes grená e branco, que passaram a ser as cores da ECAtlética.
Passou-se algum tempo e o grená foi ficando cada vez mais roxo, mas as vitórias não chegaram. Foi então que os uniformes ganharam o amarelo, representando o ouro. A mandinga deu certo! Hoje, as equipes da ECA são bastante respeitadas e são bicampeões do JUCA (2007 e 2010) e vices nos anos de 2009, 2011 e 2012!

A ECA participa também do BIFE, campeonato em que também é bicampeã. São os Jogos Universitários que atualmente contam com 10 faculdades da USP. As fundadoras, que dão nome ao campeonato, são: Biologia, IME (Instituto de Matemática e Estatística), FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e ECA (Escola de Comunicações e Artes).
Nossa torcida é organizada pelo Sindicato Auri-Roxo, que carrega nas costas o lema “Nunca Paramos”. Os hinos e o samba ficam por conta da Batereca.

ECAUSP

Facebook: facebook.com/ecatletica


A Atlética Tubarão, é a entidade com maior número de troféus de campeão geral do JUCA. 

Saiba abaixo o que fez a galera do Mackenzie conquistar 14 títulos em 20 edições.

Fundada inicialmente em 31 de outubro de 1978 e re-fundada em 1993 por Leandro Antão, que além de primeiro presidente foi fundador do JUCA, a Atlética de Comunicação e Artes do Mackenzie antes de ser Tubarão tinha como mascote um índio, pois éramos conhecidos como a “Tribo dos AAACAMACKs” (abreviação da razão social da atlética). Mas o índio nada tinha haver com nossos alunos atletas, foi assim que surgiu o predador bonachão que é a cara da Comunicação Mackenzie. 

Desde então, caracterizada como Atlética com todas as modalidades em ambos os naipes o crescimento veio a altura do mérito do maior campeão de JUCAS, além dos muitos títulos na FUPE, Liga Paulista, NDU, InterU, OLIMACK, InterMack, entre outros campeonatos.

Tuba Mack

A bateria conhecida hoje como TUBATERIA foi primeiro chamada de TUBATUCADA, mas a parceria com a escola de Samba do Peruche renovou e incrementou os batuques para acompanhar os hinos e músicas de torcida. Dentre nossos inúmeros atletas, alguns memoráveis destaques nacionais que representaram o Brasil em campeonatos internacionais como Sul-Americano,  Pan-Americano, Copa Davis e até mesmo as Olimpíadas.

E a Atlética não para de crescer a cada ano, como mostra o número de atletas, torcida e também acompanhando o crescimento do esporte no Brasil com a criação do time de karatê, judô e xadrez os filhotes mais novos do TUBA, que já nasceram mostrando os dentes.

Mas quando o assunto é JUCA o Tubarão é indiscutivelmente o maior campeão, com 14 conquistas em 20 edições, um número que fica ainda mais expressivo se for contar os títulos das equipes e das modalidades individuais.

Jogar contra o manto azul e preto é uma honra que eleva qualquer jogo contra o Tubarão em uma batalha, pois até mesmo o rufar dos tambores parecem ecoar com mais força com a poderosa TUBATERIA. O Tuba está entre as três maiores torcidas, o que impressiona ao se lembrar dos primeiros jogos que o Mack levava de três a quatro ônibus. Hoje, embalada pelo Mack-13, são por volta de 1500 torcedores que levam no peito o orgulho de ser Mackenzista, orgulho de ser Tuba. 

tubateria mack13 

Em 2014, o Mackenzie busca, como em todos os anos, superar sua campanha anterior e dessa forma, trazer a 15ª estrela para o Tubarão!


Diretamente das longínquas terras do norte paranaense, a UEL é aquela jovem pouco jeitosa que foi rejeitada no começo do filme, mas que no final tirou os óculos, soltou o cabelo e conquistou a todos.

Ao iniciar no curso de Relações Públicas em 2007, Rafael Tieghi – o Chez, sentiu que não havia união entre alunos do Departamento de Comunicação. As turmas do matutino e noturno de Relações Públicas e de Jornalismo nunca se integravam. Para acabar com as panelas, o primeiro plano foi a criação de uma bateria, que foi chamada de Piorteria. Em uma conversa com alguns amigos, Chez chegou à conclusão de que não seria possível, naquele momento, criar uma bateria de alta qualidade. Queriam quebrar todos os paradigmas com relação a uma bateria universitária: nunca seriam os melhores, pois que fossem os melhores em ser piores. A idéia, então, era que a Pior-teria fosse a “melhor pior bateria” que pudesse existir: latas velhas de tinta seriam seus instrumentos e a zueira a sua alma.

UEL

É só em 2009 que nasce a Atlética de Comunicação – na época com o nome de ASCOV. A sigla, que significava Associação Sedentlética de Comunicação Ornitorrinco Vagabundo, foi escolhida em assembléia geral com o intuito único de formar as iniciais da famosa marca de bebida alcoólica. Já o termo “sedentlética” se refere ao fato de que os integrantes da associação estariam mais perto de serem sedentários do que atletas. No ano seguinte, o nome é modificado em homenagem póstuma ao fundador do Curso de Relações Públicas da UEL, Professor Waldyr Gutierrez Fortes.

Cinco anos de muito trabalho duro e amadurecimento serviram para ferver o sangue verde e roxo na medida certa. O que começou com um sonho de integração, um batuque amador e uma vontade de fazer acontecer, virou a Sedentlética de Comunicação. Da segunda mais populosa cidade do Paraná vem a primeira mais louca faculdade do país. Com o pé na porta do coração do Sr. Juca, chegou o Perry.

ASCOFortes, ornitorrincos vagabundos, sedentários e ávidos por esse novo desafio. Estamos mais do que prontos. E se você fechar os olhos e prestar atenção por um minuto já vai conseguir ouvir a Piorteria tocando, lá de longe. A gente tá chegando.
E o grito é um só: eu sou da UEL, eu sou mais feliz.

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Evento: JUCA com a Sedentlética!


Mais um filho da PUC: só assim pra explicar esse sentimento que junta gerações há anos dentro da nossa querida Pontifícia.

Pra quem não me conhece, eu sou o Pucão, o mascote de Comunicação da PUC-SP. Desde de 2002 que eu faço a mala e visto a camisa azul e amarela pra acompanhar os alunos de Publicidade, Jornalismo, Multimeios, Artes do Corpo, Tecnologia das Mídias Digitais e Turismo nessa loucura que é o JUCA. 

PucSP

Nossa querida Atlética nasceu oficialmente em 2001, quando nos organizamos para entrar no JUCA do ano seguinte. Naquele ano, os alunos da PUC se juntaram para ir curtir o JUCA. Fecharam ônibus, hotel e foram ver como funcionava esse tal de Jogos, sem nem fazer parte ainda. Foi então que, com a ESPM expulsa do JUCA de 2001, surgiu a oportunidade da PUC fazer parte do grande evento que são os Jogos. Em 2002, então, todos os Puquianos estavam de malas feitas e com todas a músicas decoradas: começou oficialmente nossa paticipação no JUCA. 

De lá pra cá, a Pontifícia nos viu chorar e vibrar de alegria. Já perdemos jogos, mas também ganhamos títulos. Já fomos campeãs no Futebol de Salão Feminino, campeões com o Futebol de Campo Masculino, Campeãs do Tênis Feminino e Tênis de Mesa Feminino, além de outros. O importante é que ainda tem muita Raça PUC pela frente!

Aliás, Raça PUC é um sentimento que vive com a gente. Esse é um espírito que nasceu com os nossos primeiros Atleticanos, quando tudo na PUC era feito com muito esforço. Arranjar atletas, uniformes, técnicos, quadras de uma hora pra outra não foi fácil. Mas se hoje a Pontifícia é essa faculdade que vai pro JUCA com vontade de vencer, é porque a Raça PUC vem passando de gerações e contagiando a todos.

Não posso esquecer da nossa Bateria do Pucão! Agita a torcida nos jogos, acompanha os times e não deixa ninguém ficar parado. Feita apenas por alunos de Comunicação, a Bateria consegue fazer todos os alunos sairem do chão pra torcer. E dá-lhe PUC!

 Dos atletas a torcida, todo mundo bate no peito com orgulho pra dizer que é PUC!

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Evento Tudo posso na MATILHA que me fortalece!


A ideia de colocar a Pontifícia Campineira nos jogos surgiu do nosso eterno Trio de Ferro, a Santíssima Trindade da Comunica (Tatá, Jair e Egg), após já terem ido em outros jogos, inclusive o próprio JUCA, por outras faculdades.

Apesar de gostar de FARRA e de BAGUNÇA, como todos nós, a ideia de entrar para o JUCA surgiu, porque os caras queriam ver o nome da sua instituição fazendo parte de um grande evento esportivo.

Ainda em 2006, conseguiram lotar um ônibus para participar do JUCA como espectadores junto a Atlética da Belas Artes. Ao término dos Jogos, batiam na porta da LAACA para também participar das reuniões, e entrar como uma Atlética participante e não mais como meros espectadores, porém ,a entrada oficial só aconteceria algum tempo depois.
Com muita insistência e determinação, continuaram o contato com a Liga e em novembro de 2006, a LAACA convidou-os para a 1ª reunião em São Paulo, com o intuito de integrar a mais nova Atlética e inseri-la na seletiva do Pré JUCA para 2007.

No início de 2007, a seletiva aconteceu na cidade de Santos, a qual a  Universidade Católica de Santos, Bela Artes, Anhembi Morumbi e PUC-Campinas competiram para conseguir um lugar no JUCA 2007. Havia duas diretorias para a decisão, a LAACA e a Liga da Seletiva (criada pelo diretório da LAACA), com finalidade de avaliar não somente os jogos e a pontuação, mas também a organização de cada faculdade, a bateria, o mascote e toda a estrutura envolvida das Atléticas. A PUC-Campinas sagrou-se vencedora e ingressou no JUCA, tendo sua primeira participação em 2007.



Em 2009, por ser o último ano em que os três estariam na faculdade, começaram a repassar sua experiência para novos alunos que estavam interessados em levar a Atlética pra frente. Os pioneiros não continuam na Atlética, mas continuam a dispor para ajudar e sendo lembrados como grandes homens em busca de seus objetivos, sendo alcançado com dificuldades e muito trabalho! 

Hoje em dia, com 22 membros na Atlética, é possível enxergar uma grande evolução, e tudo isso seguindo os “dogmas” deixados por nossos tão queridos fundadores. A cada ano, novos hinos são criados, bandeirões cada vez maiores são hasteados, a Batuca ganha ainda mais membros, bixos e veteranos se deixam levar por essa paixão contagiante que o espírito comunica faz crescer em cada um de nós. Somos a caipirada, a maior do interior, e viemos para ficar, e marcar para sempre a história do JUCA…

puccamp_morsaFACEBOOK“NA VIAGEM PRO JUCA…” O resto é história!

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Evento: EU VOU COM A PUCCAMP!


Não foram poucos os loucos que passaram por aqui e construíram esse sonho chamado Associação  Atlética Acadêmica Jesse Owens. Fazendo valer cada gota de suor de nossos aguerridos atletas, cada grito de incentivo da sua apaixonada torcida e cada batucada, a Atlética da Cásper desde 1993 conduz uma insana massa blanquiroja no JUCA, a nossa eterna Copa do Mundo.

HomemPássaro

Os esperados quatro anos dos grandiosos tempos da faculdade chegam e, desde o início, o nosso amor parece multiplicar-se em diversas formas numa lógica maluca. Todos fazemos parte de um Exército Vermelho, pelo qual estamos prontos para comemorar, chorar, lutar e beber sempre juntos. Somos capazes de fazer um dia durar mais do que 24 horas pelo simples prazer de ver os casperianos fazerem aquilo que mais gostam: Ser cada vez mais Cásper.

Em nosso nome, carregamos a inspiração de um homem que silenciou Hitler e o nazismo nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, com quatro medalhas de ouro. Nossa vontade de nos esforçar sempre mais, além de nossos próprios limites, nos aproxima de Jesse.

Hoje, a multidão que somos nos quatro dias mais esperados do ano passa de 1.300 pessoas, mas nem sempre foi assim. Em 1995, no JUCA de Piraju, apenas três ônibus foram suficientes para que um aluno chamado Esdras alçasse o primeiro voo do Homem Pássaro, personagem que hoje vai estampado na camisa de todos os casperianos nesse feriado tão especial que recebe os Jogos Universitários de Comunicação e Artes.

Após Esdras, muitos passaram e construíram a Cásper. É difícil acreditar que algo pode ser feito apenas de som, vozes e suor. Mas nós provamos que é sim possível com nossas duas maiores conquistas, símbolos do esforço e dedicação de gerações de apaixonados atleticanos, atletas, ritmistas e torcedores. Temos a mesma idade do JUCA, somos esse mesmo time cheio de fé desde 1993, vivemos por ele e para ele. Somos JUCA.

O espetáculo de torcer, de tocar, de treinar e ir além. Foi assim que esquecemos o que convém e fomos atrás de tudo o que os anos nos ensinaram: somos Cásper, somos únicos, somos mais. Fomos atrás daquilo que era inédito e agora que descobrimos que essa era a parte que nos faltava. 

Ser Cásper é isso, não tem muita explicação. Somos um só. Somos o Exército Vermelho desde 1993.


Agora você vai conhecer um pouco da Belas Artes! Carregando as cores azul, vermelho e branco, a Atlética Belas Artes é uma entidade que representa e defende os interesses esportivos e acadêmicos do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. A faculdade, que possui quase um século de história, é considerada uma das mais tradicionais instituições de ensino de São Paulo. É composta por um corpo docente, funcionários, dirigentes e alunos que estão atrás de seus ideais, sonhos, desafios e conquistas – herança de uma academia fundada por membros apaixonados por artes que enchem de história a cidade de São Paulo.

Hoje a Belas Artes é, no seu total, formada por mais de 6000 alunos, divididos entres os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Interiores, Design de Moda, Design Gráfico, Design de Produto, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV, Relações Internacionais e Relações Públicas.

Abelha BA

A Associação Atlética Acadêmica Belas Artes é uma entidade estudantil, social e esportiva, sem fins lucrativos, criada e dirigida por alunos e atua há 20 anos. Antes do ano de sua fundação legal em 1993, a A.A.A.B.A. já atuava representando a Belas Artes em eventos e campeonatos estaduais a mais de 15 anos, porém somente em 1993 conseguiram o reconhecimento jurídico e é até hoje a principal representante no âmbito social e esportivo do Centro Universitário Belas Artes.

Com uma estrutura estável e organizada, a Atlética Belas Artes é considerada uma entidade importante no mercado universitário, que está sempre em busca de inovação e cada vez mais incentiva e apoia o esporte universitário paulista, participando de campeonatos renomados, além, é claro, do JUCA.

Anualmente, a Atlética Belas Artes realiza aproximadamente 5 grandes eventos sociais, esportivos e culturais para alunos e não alunos, com a presença estimada, em média, de 1.200~1.400 pessoas.

A gestão atual é formada por 17 membros, sendo eles a Presidente Beatriz, Vice-Presidente Alan, Secretária Larissa, Tesoureira Eloisa, Diretor Geral de Esportes Angelo, Diretor de Eventos Risaldo, Diretor de Comunicação Diogo, Diretor de Planejamento Rafael e suas respectivas equipes, Maria Augusta, Maria Paula e Leandro, Mariana T. Mariana B. Maria Augusta K. e Lucas, Yam e Natalia.

A Atlética tem como grandes parceiros e aliados duas importantes equipes: a Bateria Belas Artes e a Torcida Organizada Fúria Cubana.

Rumo ao sexto JUCA, a Fúria Cubana embarca para levantar o bandeirão junto com a torcida, que a cada edição vem perdendo a timidez e ganhando espaço nas arquibancadas. Vestindo com orgulho o manto azul e vermelho, a Fúria vai estar presente com muita energia, animação e garra para fazer mais um JUCA inesquecível pela Belas Artes e continuar fazendo história no maior campeonato universitário do estado de São Paulo.

A Bateria Belas Artes tem 9 anos de tradição. Criada em 2005, desde então desenvolveu suas bases musicais no samba de raiz, com grande influência de escolas de samba que admiram, como Unidos de Padre Miguel, Salgueiro, Vila Maria, Perola Negra e Mocidade Alegre. Não há tempo feio que os afaste de ensaios, não há cansaço ou dor que os impeçam de tocar e não há limites na paixão deles pela Belas Artes. Prezam pelo som redondo, são muito exigentes com eles mesmos e são a prova de que, quando há um sonho, basta acreditar e lutar por ele: batalharam por apoio, instrumentos, espaço para ensaios e o compromisso dos ritmistas. Por isso e muito mais, o resultado não poderia ser diferente: conquistaram respeito e hoje mantém o comprometimento com o samba e com os ideais do que acreditam que uma bateria universitária deve ser, ter e representar, com garra, disciplina, companheirismo e amor. São o coração da faculdade, a vibração da torcida em cadência e representam o puro sentimento de um bando de loucos pela música, pelo ritmo e pela Belas Artes.

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Evento: JUCA 2014 I Belas Artes I The Colmeia Is Here!


Dois dias do XXI JUCA! Todos estão preparados??!!

Agora a lei é arrumar as maladas, relembrar como se monta a barraca e garantir seu pacote para os jogos…

Participação especial no vídeo: VENTO DE CAMPINAS (Vish)
ASSISTA O VÍDEO COMPLETO, Seu JUCA GARANTE: VOCÊ VAI CURTIR!

Confira a tabela completa: http://goo.gl/PejujF
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